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Prelúdio

*Dokkiri: Programas de pegadinhas ao vivo com câmera escondida.

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*Katsudon: Feito com arroz e costeleta de porco empanada, katsudon é dito ser o prato favorito de Izuku.

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- - -

 

- Uma súcuba?! - Eijirou exclamou alarmado com um copo de bebida na mão.

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- Não qualquer súcuba… uma primogênita. - Katsuki completou para o choque do seu grupo de amigos.

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- Espera- como sabe disso? - Indagou Kyouka.

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- Não tenho certeza, mas foi o que ela deixou a entender. - Disse Katsuki com um gole de seu uísque.

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- Acha que ela pode fazer mal ao Midoriya? - Mina perguntou preocupada.

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- Não só pode… tenho certeza de que vai tentar. - Katsuki observou seu reflexo na bebida do copo antes de tomar mais um gole. - Avisei os dois para ficarem longe, mas essa Himiko com certeza vai atrás dele… mesmo já tendo descoberto sua alma gêmea.

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- Mesmo…? Quem? - Perguntou Denki.

 

- Tenko Shimura. - Katsuki se levantou para buscar mais uísque no bar atrás enquanto continuava seu discurso. - Representante da Reborn e seu novo chefe, mas vocês já devem saber disso.

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- Espera… se ela sabe quem é sua alma gêmea, por que quer o Midoriya? - Eijirou indagou confuso no que Katsuki retornava a sentar ao seu lado.

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- Algo a ver com não estar contente com ele. - Explicou o cupido com outro gole de bebida.

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- Hmpf… isso te lembra alguém? - Denki cochichou para Hanta.

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- Tem alguma coisa a dizer, Denki?! - Katsuki vociferou em aviso.

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- Não, não…! Na verdade… quer saber? Eu tenho, sim. - Denki se levantou. - Você é muito estranho, Katsuki… numa hora está traindo o Midoriya pelas suas costas, na outra está fofocando sobre uma cupido que pode roubá-lo de você… afinal, o que você planeja?

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- O que isso quer dizer? - Katsuki indagou, ofendido pela audácia.

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- Na verdade, eu devo concordar. - Kyouka levantou a mão. - Desculpe, Katsuki, o Den pode ser bem inconveniente quando quer.

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- Ei! - Denki protestou.

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- Mas ainda tem um cérebro. - Completou a morena. - E desta vez tem razão: se não quer aceitar sua alma gêmea, por que tem tanto ciúmes dele?

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Um silêncio tenso caiu na sala; desta vez, parece que os amigos de Katsuki conseguiram contrariá-lo.

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- Não é como se eu tivesse escolha… - Murmurou o cupido.

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Outro momento de silêncio se fez no que seus amigos digeriam a informação.

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- Eu entendo… de certa forma. - Eijirou se pronunciou. - Mesmo que você não queira se entregar à alma gêmea, seus instintos de cupido gritam por ela a todo momento, chega a beirar à obsessão.

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Todos fitaram-no curiosos.

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- Espera… então você encontrou sua alma gêmea, Ei? - Indagou Katsuki.

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- … Aparentemente. - Respondeu o ruivo.

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- Quando foi isso? - Mina perguntou.

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- Há algumas semanas atrás, na última vez que fomos ao Moon Dance. Seu nome é Itsuka Kendou. - Explicou ele com um sorriso tímido.

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- Você parece estar contente com isso. - Katsuki comentou sarcástico.

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- Nunca fui contra, você sabe. - Respondeu o ruivo.

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Katsuki apenas soltou um riso debochado e, com um último gole de bebida, se levantou em direção à porta.

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- Aonde vai? - Perguntou Eijirou.

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- Onde mais? - Katsuki retrucou ao buscar suas chaves e carteira em cima do bar. - Sabe que tenho trabalho amanhã.

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- Katsuki. - Eijirou levantou atrás dele.

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- O que é? - O íncubo virou-se para ele, impaciente.

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- Olha, eu sei que esse assunto te deixa desconfortável, mas pode deixar que vamos ficar de olho nessa Himiko e no Midoriya, está bem? - Prometeu o ruivo.

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Katsuki revirou os olhos.

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- Tanto faz. - Foi tudo o que disse ao se retirar.

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- - -

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Sexta-feira era, definitivamente, o pior dia da semana para Izuku; ainda mais com a folga de seu colega de trabalho, tinha de aturar o chefe sozinho. Seu único consolo era o de que teria um encontro mais tarde naquele dia.

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Chegado o final do expediente, Midoriya esperou Hagakure na saída do serviço; não muito se passou até alguém cutucar seu ombro.

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- Você apareceu! - A jovem comentou animada.

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- Você também. - Izuku comentou de volta com um sorriso.

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- Espero que não tenha esperado muito por mim.

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- Ah, não! Eu cheguei há pouco tempo.

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- Ah, que bom! Vamos, então?

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- Claro! - Izuku tomou o braço da moça ao guiá-la para fora dali.

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Pegaram o metrô para o restaurante combinado; assunto era o que não faltava entre eles, ainda mais dado o ânimo de Hagakure.

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Evitaram falar sobre o trabalho, visto que deixava Izuku desconfortável, conversaram então sobre seus passatempos, o gosto de Midoriya por desenhar e sua paixão compartilhada por trajes e moda. Izuku até descobriu um pouco mais sobre ela, como seu gosto por dokkiri* e, uma vez no restaurante, a jovem também descobriu que katsudon* é o prato preferido de Izuku.

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Na sobremesa, Tooru pediu sorvete com cobertura de caramelo, visto que era sua guloseima predileta.

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Ao fim, tudo fluiu naturalmente, aquele foi um encontro para se recordar.

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Na volta para casa, Izuku insistiu em acompanhar Hagakure até seu prédio; subiram ao andar do apartamento da moça e se viraram um pro outro para uma despedida.

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- Obrigada por hoje, Midoriya. Eu me diverti muito! - Disse a jovem com um sorriso radiante.

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- Por nada! A ideia foi sua, ao final das contas. - Izuku riu acanhado com a mão na nuca.

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- E você aceitou. - Tooru corou.

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- É verdade, não é? - O esverdeado comentou num sussurro.

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O silêncio que caiu a seguir entregava o que se passava na mente de ambos. Mais nenhuma palavra foi proferida, apenas se tocaram devagar e se aproximaram para um longo beijo de despedida.

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Seus lábios dançaram em sincronia, virando prum lado e depois pro outro, por fim se separando lentamente. Trocaram olhares amorosos antes de sorrirem um pro outro e Midoriya finalmente quebrou o silêncio.

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- Boa noite.

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Os olhos de Tooru sorriram sobre o rosto corado.

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- Boa noite. - Respondeu ela.

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Se viraram para seguir rumos diferentes, no entanto, antes que se virasse para uma última olhada à jovem, Midoriya ouviu-a chamando.

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- Midoriya. - Este fitou-a curioso. - Até a próxima.

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Izuku sorriu profundamente ao comentário.

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- Sim… até a próxima, Hagakure. - Disse para o contento da jovem mulher.

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Com uma última troca de olhares, Tooru adentrou o apartamento enquanto que Midoriya seguia seu caminho para fora dali e em direção ao ponto de ônibus; não pôde conter seu sorriso durante todo o trajeto, suspirando e sonhando com os lábios de Hagakure até chegar em casa e adormecer tranquilo em sua cama.

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Como Sábado era seu dia de folga, Izuku aproveitou para sair com os amigos; seu encontro foi assunto principal na mesa da lanchonete.

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- O quêêê? Não acredito que vocês já se beijaram. - Uraraka comentou com um sorriso.

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- Ah, bom… - Izuku corou.

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- Estou realmente feliz por você, Midoriya. - Disse o bicolor ao seu lado. - Deu a volta por cima nessa situação em que se meteu.

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Izuku engasgou com seu milkshake; às vezes Shouto realmente não pensava antes de abrir a boca e, desta vez, o silêncio que caiu sobre a mesa o fez perceber a gafe.

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- Desculpe… você ainda está tentando superar, não é? - Disse ele coçando a têmpora, acanhado.

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- Tudo bem, Todoroki. Isso já faz parte do seu charme. - Izuku riu, Iida e Uraraka se uniram a ele.

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- Ah- vão se foder, vocês! - Shouto implicou irritado.

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- Foi só brincadeira, Todoroki. Relaxa! - Midoriya sorriu inocentemente.

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Todoroki fez beicinho; às vezes parecia que a queda que tinha por Midoriya continuava lá. Seus amigos implicavam consigo por isso, mas conheciam os limites para essas brincadeiras.

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De repente, o celular de Izuku tocou com uma mensagem, este pediu licença enquanto seus amigos o encaravam curiosos.

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Midoriya, preciso falar com você. Pode vir me encontrar no parque Hanamigawa?

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Algo no âmago de seu estômago gelou; Hagakure parecia séria de repente, nada como seu jeito alegre e descontraído de sempre. Seus amigos perceberam que devia ser coisa séria e o clima na mesa ficou tenso.

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- C-com licença, pessoal… Preciso ir agora. - Izuku sorriu desconfortável, já se levantando para sair.

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- Mas já? - Uraraka soava desapontada.

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- Sobre o que era a mensagem? - Indagou Iida.

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- É a Hagakure… - Izuku divagou enquanto checava os bolsos pela carteira e chaves de casa. - Conversamos depois.

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- Eu vou com você. - Todoroki levantou atrás dele de prontidão.

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- Todoroki… sério? - Uraraka repreendeu.

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O bicolor revirou os olhos.

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- Não vou ficar lá, só acompanhá-lo para ter certeza de que vai ficar bem. Além do mais, não quero ficar segurando vela. - Ergueu uma sobrancelha para o casal na mesa.

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Iida e Uraraka sorriram um pro outro antes de se voltarem para Shouto.

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- Sendo assim… - Comentou a castanha.

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- Vamos, Midoriya. - Todoroki saiu da lanchonete, Izuku correu atrás dele.

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- Obrigado por se preocupar comigo, Todoroki, mas não precisa. - Disse Izuku guiando o caminho pro parque. - Eu só vou ir ver a Hagakure, não é nada demais.

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- Minha preocupação não é ela. - O bicolor disse plenamente, Izuku fitou-o curioso. - Bom, não podemos saber se seu celular foi roubado ou algo assim. Além disso, com o Bakugou na sua cola, vai saber quem pode encontrar…

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Izuku fitou o chão, cabisbaixo.

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- Precisava mesmo me lembrar disso?

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- Desculpe, mas eu realmente não confio nele… e me preocupo com você. Sinto que há algo muito errado com esse Bakugou…

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Izuku encarou seu rosto cicatrizado curiosamente.

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- Não deixa de ser uma possibilidade, não é…? - Comentou acanhado. - Obrigado por se preocupar.

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Todoroki retribuiu seu sorriso; logo chegaram ao parque e Midoriya avistou aquelas mechas cor de lima de longe e acenou para ela. Hagakure acenou de volta com um sorriso amarelo, apenas deixando-o mais nervoso.

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- Bom, acho que eu assumo daqui. Obrigado por me acompanhar. - Virou-se para Shouto.

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- Não vai nos apresentar? - O bicolor sorriu insistente.

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Izuku pausou.

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- Isso é mesmo necessário?

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- Íamos nos conhecer mais cedo ou mais tarde, não? Seria uma honra para mim ser o primeiro.

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Izuku olhou de Todoroki para Hagakure, inseguro.

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- Acho que uma apresentação rápida não vai fazer mal…

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Shouto sorriu vitorioso e Izuku o guiou até a moça, contrariado. Antes que pudesse apresentá-los, ela falou.

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- Olá, Midoriya… quem é o seu amigo?

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Izuku assentiu com um sorriso torto.

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- Hagakure, este é meu amigo Shouto Todoroki. Todoroki, eu te falei da Hagakure.

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- Isso. Tooru Hagakure, certo? - Shouto escaneou a moça da cabeça aos pés.

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- Ah- isso! - Hagakure respondeu de prontidão.

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- É um prazer conhecê-la, Midoriya falou muito bem de você. - Shouto reverenciou.

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- Ah- claro! É um prazer. - Tooru retribuiu a reverência automaticamente.

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- Bom, eu vou indo. Depois nos falamos, Midoriya. Tchau, Hagakure. - Shouto acenou para a moça com um tapinha companheiro no ombro do amigo, ambos se despediram em retorno antes de se virarem um pro outro.

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- Por que trouxe seu amigo? - Hagakure comentou em tom divertido.

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Izuku segurou a nuca, sem-graça.

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- Às vezes ele fica meio super protetor. Desculpe por isso! - Riu ele.

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- Hum… - Resmungou ela devagar.

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Izuku engoliu um seco; tinha um mau pressentimento.

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- E então…? O que quer me contar? - Perguntou aflito.

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Hagakure pausou; parecia estar contendo o choro com todas as forças para que pudesse abrir a boca sem derramar lágrimas, mas no fim, foi em vão.

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- Eu queria pedir… para que parássemos de nos encontrar…

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Izuku se calou; era exatamente o que temia ouvir.

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- Bom… não vou contrariá-la, se é o que quer, mas… posso perguntar por quê?

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Hagakure soluçou.

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- Não acho que dois colegas de trabalho devam se encontrar… dessa forma.

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Izuku arregalou os olhos, percebendo exatamente sobre o que aquilo se tratava. Suspirou para controlar a raiva e tentar não descontar nela.

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- Você não está fazendo isso porque quer…

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- Me desculpe… eu realmente sinto mui-!

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- Não é culpa sua. - Izuku interrompeu sereno. - Nesse caso… posso pedir para que possamos continuar sendo amigos?

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Hagakure abaixou a cabeça e fungou.

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- Me desculpe, mas… continuar te vendo, só vai me lembrar de como eu me sinto e… - Suspirou trêmula. - Estou sendo egoísta, não é?

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- Não. - Izuku disse firme. - Não está, você tem esse direito. Se é o que precisa, eu vou entender. - Forçou um sorriso.

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Hagakure voltou a soluçar ao ouvir aquilo.

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- Midoriya…

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- Então acho que isto é um adeus… Foi bom te conhecer… Hagakure. - Disse sereno ao acariciar suas mechas cor de lima. - Adeus.

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A jovem não conseguiu se fazer dizer mais nada enquanto via Midoriya partir, este só olhou para trás ao ouvir que seu choro havia piorado. Izuku fitou-a com dor, então espremeu os olhos com força e se virou.

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Midoriya teve de se arrastar pro trabalho no dia seguinte, chegando ao escritório tão cabisbaixo que preocupou seu colega.

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- Está tudo bem, Midoriya? - Indagou o ruivo.

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- É, acho que sim…

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- Qual é… - Kirishima insistiu, não acreditando no seu tom melancólico.

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Izuku suspirou.

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- É só o Bakugou. - Confessou.

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- O que ele fez, dessa vez?

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Izuku hesitou.

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- A Hagakure… Não sei como ele descobriu que saímos juntos e mandou-a se afastar de mim para preservar o emprego.

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Kirishima parecia nervoso; ajustou o colarinho com uma tosse forçada.

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- Bom, quer dizer… vocês são parceiros de trabalho, afinal de contas.

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Izuku fitou Kirishima, espantado; ele realmente não sabia mentir.

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- Foi você quem contou para ele? - Indagou com voz sombria.

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O ruivo hesitou.

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- É que eu vi vocês por acaso, ontem. Acabei contando sem pensar-

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- Eu não quero ouvir, Kirishima. - O esverdeado interrompeu e fitou a tela do computador à frente, ignorando seu colega de trabalho.

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A partir daquele momento, aparentemente, Kirishima havia perdido vários pontos de confiança com ele.

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O dia seguiu sob um silêncio desconfortável após aquela “revelação”; Midoriya sequer olhava mais para ele. Achava que podia contar com o ruivo mas, no fim, talvez não devesse ter acreditado no amigo mais próximo de quem destruiu a sua vida e se sentia um idiota por ter pensado que eram diferentes.

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Kirishima, por sua vez, sentia-se realmente muito mal por ter traído a confiança de Midoriya, afinal aprendeu a gostar dele e também o considerava um amigo.

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Só queria poder fazer algo para compensar mas, após aquela gafe, não tinha em mente nada que pudesse consertar a situação ou sequer sabia como se aproximar, ainda mais tão cedo.

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Droga! Só queria unir seu amigo cupido à alma gêmea e vê-los felizes, no fim não podia mesmo forçar um relacionamento em ruínas, se sequer houvesse qualquer tipo de relacionamento entre ambos.

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No final do expediente, Midoriya partiu sem se despedir enquanto Bakugou já se aproximava de Kirishima, mas o ruivo ignorou-o para poder alcançar o esverdeado.

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- Midoriya! - Chamou, mas o pequeno continuou com seu caminho. - Midoriya… - Agarrou seu pulso ao alcançá-lo, forçando-o a parar e ouvir. - Escuta… eu realmente sinto muito pelo que eu fiz-

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- Achei ter dito que eu não quero ouvir. - Midoriya interrompeu ao tentar se livrar do aperto em seu pulso.

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- Eu só quero saber se tem algo que eu possa fazer para me redimir… - Pediu esperançoso.

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Midoriya fitou-o com um sorriso sarcástico.

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- Deixe-me pensar nisso. - Foi tudo o que disse antes de puxar a mão para fora do seu aperto e marchar para fora dali.

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- Ei… o que foi aquilo? - Katsuki perguntou ríspido.

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Eijirou pausou.

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- É-é que… eu pisei na bola com o Midoriya-

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- Não é sobre isso que estou falando, você me ignorou por causa daquele merdinha.

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Eijirou franziu o cenho para o amigo de infância e então bufou impaciente.

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- Me desculpa. - Não conseguiu evitar o sarcasmo em seu tom.

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- Tá, claro. Vamos indo. - Katsuki revirou os olhos e marchou em direção ao elevador com Eijirou seguindo logo atrás.

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Imaginava se um dia aqueles dois se resolveriam, era tudo o que mais queria.

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Os dias se passaram e então semanas, o clima entre Midoriya e Kirishima estava tenso; era de se admirar que o esverdeado ainda não tivesse se demitido por sua causa, ainda mais com o Bakugou em sua cola.

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O ruivo continuava tentando consertar a situação para ambos, mas Midoriya sequer olhava mais em sua direção.

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Custou muito para conseguir sua atenção, mas um dia o esverdeado finalmente respondeu.

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- Você faz tanta questão assim de que eu saia com você e seus amigos? - Perguntou-o monotonamente.

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- Claro! Qualquer coisa para me redimir. - Kirishima respondeu com toda a seriedade.

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Izuku soltou um riso debochado.

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- Se acha que é o que vai te redimir…

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- Isso é um “sim”...?

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- Por que não? - Izuku sorriu sarcástico.

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Apesar de ainda não estar confiante das palavras de Midoriya, o ruivo ainda sentia-se aliviado por ao menos conseguir uma resposta dessa vez.

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- Ótimo…! Nesse caso, por que não aparece no Moon Dance lá pelas 10? Qualquer coisa que quiser é por minha conta!

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- O Moon Dance…? - Midoriya indagou pensativo.

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- Conhece essa boate? - Disse Kirishima curioso.

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Izuku lançou-lhe um sorriso sombrio.

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- É perfeita.

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- Que bom…! - O ruivo pigarreou. - E então? Consegue abrir essa brecha?

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Midoriya olhou-o de relance.

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- Vou ver o que posso fazer. - Disse monótono ao voltar para seus afazeres.

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Kirishima esboçou um sorriso amarelo. Após ter quebrado a confiança do esverdeado, tinha plena consciência de que não podia e não merecia esperar muito dele, mas queria acreditar que aquele poderia ser um recomeço para todos, no entanto, por que tinha aquele mau pressentimento?

Nota Autoral

Quem joga TS4 pegou a referência o/

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